Igreja na pandemia: últimos fatos

Por Juçara Araújo

O Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu no último dia 8 de abril, que prefeitos e governadores podem proibir a realização de cultos religiosos presenciais para conter a disseminação da covid-19. A partir de agora, os governadores e prefeitos que quiserem adotar a medida estão liberados pelo STF.  A decisão da Corte não obriga o fechamento total de templos religiosos.

No estado do Ceará, o governador Camilo Santana anunciou na tarde deste sábado, 10, o fim do lockdown a partir de segunda-feira, 12, e a retomada das atividades econômicas de forma reduzida. Com o novo decreto, o Ceará seguirá com lockdown apenas nos finais de semana e toque de recolher todos os dias, das 20h às 5h. Nesta situação, somente os serviços considerados essenciais poderão funcionar sem limitações de horário – em Maracanaú a igreja já é considerada serviço essencial e em Fortaleza a nova lei já foi sancionada.

De acordo com o decreto estadual, as igrejas poderão reabrir para realização de cultos presenciais com 10% da capacidade e adotando medidas de prevenção a Covid-19, como o distanciamento entre as pessoas, uso de máscara e a higienização das mãos com álcool em gel. Diante dos fatos, a Assembleia de Deus Água Viva se reorganiza para a realização das atividades presenciais atendendo os protocolos de prevenção à covid-19. A igreja sabe a importância da prevenção e a gravidade da doença, porém é convicta de que a espiritualidade e o fortalecimento da fé são imprescindíveis na vida das pessoas, principalmente em momentos de dor e desespero no qual o mundo está vivendo. O texto sagrado, no livro de Hebreus 10:25, diz: “Não deixemos de reunir-nos como igreja, segundo o costume de alguns, mas encorajemo-nos uns aos outros, ainda mais quando vocês vêem que se aproxima o Dia”.

O “dia” em que o texto se refere é o fim dos tempos, o dia da volta de Jesus.  A igreja entende que a pandemia, entre outros acontecimentos globais, são sinais de que este dia está próximo.  

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